Mobile cresce e agências ainda engatinham no setor

Mobile cresce e agências ainda engatinham no setor

Se a agitação em torno do mobile parece ultrapassada, os dados apontam que estratégias voltadas para celulares e tablets estão em ascensão em diversas frentes.

No ano passado, o Google confirmou que as pesquisas realizadas em celulares já superam as buscas feitas em desktop. No campo editorial, o consumo de informações via mobile aumentou 57% entre maio de 2013 e maio de 2016, de acordo com pesquisa divulgada pela ComScore. Publishers online estão crescendo muito e tiveram sua audiência dobrada nos últimos três anos.

Segundo o levantamento, 96% dos millennials consomem notícias e informações online, e destes, 36% se informam apenas pelo celular. A cada quatro minutos de leitura online, três se dão via mobile. Um estudo da GfK encomendado pelo Facebook aponta que 57% das jornadas de compra dos millennials hoje se dá via mobile. Para os consumidores em geral, este número é de 45%.

A pesquisa O Estado da Propaganda Mobile 2016, da empresa de soluções integradas Search Optics, aponta que 65% do tráfego nos sites de seus clientes vem de dispositivos móveis. O relatório leva em conta mais de 400 profissionais de agências e seus clientes na Europa, Ásia, América do Norte e Austrália, e foi feito em parceria com a Click Z.

Mesmo que mais da metade das agências tenha aumentado seus orçamentos em anúncios programáticos e redes de anúncio exclusivas para mobile, 56% delas julgam estar no estágio iniciante nas estratégias para dispositivos móveis, enxergando o mobile como uma ação de fortalecimento de atividades desktop. Apenas 13% julgam estar no estágio avançado, com este setor já totalmente integrado a outras ações.

A geração de leads e vendas diretas on-line são os principais critérios para implementação de pesquisa paga, ações patrocinadas em social media e publicidade online voltadas para dispositivos móveis.

Quanto à mensuração do retorno sobre o investimento (ROI), 36% dos entrevistados avaliou que a mensuração do retorno dos investimentos em mobile é “Okay”, ao mesmo tempo em que 41% a julga insuficiente ou não sabe. Quando questionados sobre o desafio mais significante a ser enfrentado neste setor, a falta de recursos foi o quesito de maior destaque entre mais de 50% dos entrevistados.

Fonte: http://www.proxxima.com.br/

 

 

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